Empoderamento Feminino na Publicidade Afinal Não é Uma Moda Nova

Fomos visitar os arquivos da Tudor e descobrimos publicidades que podiam ser de hoje. Imagens: D.R.

A ideia do empoderamento feminino ser parte integrante da comunicação da marcas até pode parecer uma ideia nova, mas a verdade é que não começou agora. Numa viagem aos arquivos da Tudor descobrimos algumas das suas publicidades dos anos 50, onde os relógios eram anunciados como ideais para mulheres com uma vida ativa.

A marca que nasceu nos anos 30, com o savoir faire da Rolex, mas um design mais jovem e preços mais acessíveis, baseou as suas linhas femininas em duas facetas da vida da mulher da altura. Por um lado estava a mulher elegante e feminina, a perfeita anfitriã, que conseguiria manter a conversa com qualquer convidado, homem ou mulher; por outro a mulher aventureira e ativa que não tinha medo de quebrar as regras dos bons costumes. Prova desta dualidade são os anúncios, em que é possível ler que os relógios Tudor são «para uma vida ativa, ou para a elegância de um fim de tarde».

Noutro anúncio de 1954, altura em que as mulheres voltam a desempenhar o seu papel mais tradicional na sociedade – depois de na década anterior terem sido levadas a ocupar profissões antes desempenhadas por homens, devido à Segunda Guerra Mundial- a Tudor volta a provar que é uma marca de relógios para mulheres que desafiam a s convenções, com um anúncio que promove a relojoaria para «mulheres que aceitam o desafio de ter uma vida completa e vigorosa».

Veja na galeria os anúncios que provam que estes relógios foram pensados para mulheres com garra.