Casa Branca Responde À Petição Pela Igualdade Criada Por Taylor Swift

A gala dos VMA's ficou marcada pela política e por questões sociais. Por: Bárbara Pires -- Imagens: © Gtresonline

Já não é a primeira vez que Taylor Swift chama a atenção nos VMA’s. Desta vez, foi por razões políticas. A cantora americana criou uma petição sobre a Lei de Igualdade em junho, e lembrou-a no palco dos VMA’s. A cantora revelou que a petição tem cinco vezes mais assinaturas do que o necessário para ter uma resposta da Casa Branca. Agora a resposta chegou.

Igualdade para todos 

Durante a entrega do prémio de Vídeo do Ano, You Need To Calm Down, Taylor Swift falou sobre a petição que criou quando lançou o videoclip, com vista à aprovação da nova lei de igualdade que está a ser discutida pelo Senado norte-americano. A lei quer tornar ilegal discriminar um indivíduo na escola, trabalho ou outros espaços públicos com base na sua orientação sexual ou género. A petição conta com mais de meio milhão de assinaturas.

A resposta da Casa Branca chegou esta terça-feira, dia 27 de agosto, através do vice-secretário da equipa de comunicação de Donald Trump, Judd Deere, em declarações ao jornal USA Today:«A administração opõe-se absolutamente à discriminação de qualquer tipo e apoia os direitos de igualdade para todos. No entanto, a lei aprovada pelos deputados na sua forma atual está cheia de detalhes venenosos que ameaçam enfraquecer os direitos parentais e de consciência».

Ainda não se sabe ao certo quando a lei será aprovada. A declaração que foi feita agora é muito idêntica à emitida em maio deste ano pela Casa Branca, quando a aprovação da lei foi levada ao Senado.

O discurso de Taylor Swift 

Ao receber o prémio Taylor disse: «Só quero dizer que este prémio pertence aos meus fãs. Por isso, em primeiro lugar quero agradecer-vos, porque neste vídeo, vários assuntos foram abordados, então se votaste, significa que queres um mundo onde todos sejam tratados igualmente. Independentemente de quem somos, independentemente de como nos identificamos.»

A petição encontra-se ainda em vigor no site change.org.