As Máscaras Sociais da Salsa Agora Podem Ser Lavadas Até Um Máximo de 25 Vezes

Mantendo, claro, todas as garantias de segurança. Por: Inês Aparício Imagens: © D. R.

Se multiplicarmos cinco por cinco, obtemos 25. E foram essas as contas que a Salsa fez recentemente, quando atualizou o número máximo de lavagens a que as suas máscaras sociais podem ser submetidas. Enquanto, antes, a CITEVE – que certificou os elementos de proteção da marca – havia recomendado o uso limite das máscaras da insígnia em cinco vezes, agora, quintuplicou esse número, mantendo todas as garantias de segurança.

Ainda assim, todos os cuidados devem ser mantidos. Tal como anteriormente – e como qualquer outra máscara, na verdade -, estas não devem ser utilizadas por um período superior a 4 horas, tendo de ser trocadas sempre que se encontrem húmidas. Além disso, precisam de ser lavadas durante pelo menos 30 minutos a 60ºC, usando um ciclo de lavagem completo. A Direção-Geral da Saúde acrescenta que as máscaras podem ser ainda lavadas à mão ou, na máquina, durante 10 minutos a 90ºC.

Estas máscaras, compostas por duas camadas de tecido – sendo a exterior 100% polyester e a interior 100% algodão -, estão disponíveis nas lojas físicas e online, com um custo unitário de €15,95.

Máscaras com etiqueta portuguesa

Vários designers adaptaram, assim como a Salsa, a sua produção a esta realidade. Susana Bettencourt, Luís Buchinho, Marta Gonçalves, Gio Rodrigues e, mais recentemente, Nuno Baltazar, foram alguns dos que procuraram responder a esta «nova» necessidade e criaram linhas de máscaras. Além destes designers, outras marcas portuguesas decidiram apostar nestas peças. A Zippy e a Tiffosi ou grupos como a Sonae são alguns dos exemplos que desenvolveram elementos de proteção adequados à população em geral.

Nas redes sociais

Algumas faziam sacos de pano, peças de roupa ou acessórios. Outras nasceram pela necessidade de contrariar a escassez de material. Independentemente de como e quando chegaram ao mundo, diversas marcas portuguesas começaram a desenvolver máscaras sociais, numa resposta pronta ao que a pandemia pedia: formas de nos protegermos, em adição às medidas de distanciamento social e etiqueta respiratória.

De forma artesanal e, muitas vezes, com tecidos que tinham por casa – tornando as máscaras quase exclusivas e limitadas -, as marcas tomaram o Instagram como montra de opções infinitas. Pintadas com todas as tonalidades do espetro cromático, estampadas ou lisas e em diferentes modelos, as alternativas chegam para o gosto de todos e seguem as recomendações das autoridades de saúde. Estas opções caseiras, tal como as máscaras certificadas pelo CITEVE, são laváveis e reutilizáveis.

Veja na galeria, em cima, os diferentes de modelos das máscaras sociais da Salsa.