Os Looks Da Passadeira Vermelha e Melhores Momentos Dos American Music Awards

Uma noite que ficou marcada por novos recordes, chamadas de atenção e referências subtis a dramas. Por: ELLE Portugal Imagens: © GTRESONLINE.

Nos American Music Awards, foi Taylor Swift a rainha da noite desta segunda-feira, 25 de novembro. Aliás, da noite, do ano e também da década. Ou não teria a cantora vencido todas as categorias em que estava nomeada, incluindo as de Artista do Ano e Artista da Década. Com mais estes cinco galardões, acabou por juntar um total de 29 AMAs e, consequentemente, bater o recorde detido por Michael Jackson, de 24 distinções no evento.

Mas o Microsoft Theater, em Los Angeles, não viu apenas prémios serem entregues. Viu também a moda surgir na passadeira vermelha, atuações com subtis referências à questão dos direitos da música de Swift e ainda chamadas de atenção para as alterações climáticas.

A (habitual) subtileza de Taylor Swift

Além de rainha de presente, passado e futuro, Taylor Swift é também rainha dos easter eggs. Por isso, não é de espantar que a cantora tenha aproveitado a sua atuação na cerimónia de entrega dos AMAs para, muito subtilmente, chamar atenção para a questão dos direitos das suas músicas (aka todo o drama com Scooter Braun e a sua antiga editora, a Big Machine Records).

Porque a roupa também pode falar, a artista escolheu uma camisa branca, na qual estampou os nomes dos seus álbuns – incluindo os que estão sob o controlo do agente -, para cantar The Man. É de notar que a artista soube apenas na semana passada que poderia atuar as suas canções antigas nos American Music Awards. Antes de segunda-feira, 18 de novembro, a Big Machine Records havia-lhe dito que não o poderia fazer, uma vez que era esta quem detinha os direitos das músicas. Isto impossibilitaria Swift de recordar os seus primeiros temas quando recebesse a distinção de Artista da Década, como acabou por acontecer.

Mas as referências a esta situação não se ficaram por aí. Enquanto cantava, no palco dos AMAs, no fundo surgiu, por momentos, uma espécie de labareda. Uma imagem que, para os fãs, não é apenas fogo. Dadas as semelhanças, esta é, de acordo com os swifties, uma clara alusão ao logótipo da antiga editora da cantora.

Billie Eilish e as alterações climáticas

Não foi apenas para cantar All The Good Girls Go To Hell, do álbum When We All Fall Asleep, Where Do We Go? que Billie Eilish subiu ao placo. Foi também para chamar atenção para as alterações climáticas através da sua roupa. «Não existe música num planeta sem vida» (do original No music on a dead planet), estampava, com letras vermelhas e brilhantes, a t-shirt da vencedora do AMA na categoria de Artista de Rock Alternativo Favorita. Isto, num cenário que parecia ter pegado realmente fogo. Agora, se este detalhe era também uma referência ao sobreaquecimento global fica ao critério de cada um. Pelo menos enquanto a cantora não o esclarecer.

Veja na galeria, em cima, os looks que surgiram na passadeira vermelha, assim como os melhores momentos da noite.